How Does Meat in the Diet Take an Environmental Toll?

David Pimentel of Cornell University's College of Agriculture and Life Sciences says that the grain currently fed to some seven billion livestock in the United States could feed nearly 800 million people directly. Image: Digital Vision/Thinkstock

"Dear EarthTalk: I heard that the less meat one eats, the better it is for the environment. How so?
-- Jason K., Sarasota, FL

Our meat consumption habits take a serious toll on the environment. According to the Environmental Working Group (EWG), the production, processing and distribution of meat requires huge outlays of pesticides, fertilizer, fuel, feed and water while releasing greenhouse gases, manure and a range of toxic chemicals into our air and water. A lifecycle analysis conducted by EWG that took into account the production and distribution of 20 common agricultural products found that red meat such as beef and lamb is responsible for 10 to 40 times as many greenhouse gas emissions as common vegetables and grains.

Livestock are typically fed corn, soybean meal and other grains which have to first be grown using large amounts of fertilizer, fuel, pesticides, water and land. EWG estimates that growing livestock feed in the U.S. alone requires 167 million pounds of pesticides and 17 billion pounds of nitrogen fertilizer each year across some 149 million acres of cropland. The process generates copious amounts of nitrous oxide, a greenhouse gas 300 times more potent than carbon dioxide, while the output of methane—another potent greenhouse gas—from cattle is estimated to generate some 20 percent of overall U.S. methane emissions.

“If all the grain currently fed to livestock in the United States were consumed directly by people, the number of people who could be fed would be nearly 800 million,” reports ecologist David Pimentel of Cornell University’s College of Agriculture and Life Sciences. He adds that the seven billion livestock in the U.S. consume five times as much grain as is consumed directly by the entire U.S. population.

Our meat consumption habits also cause other environmental problems. A 2009 study found that four-fifths of the deforestation across the Amazon rainforest could be linked to cattle ranching. And the water pollution from factory farms (also called concentrated animal feeding operations or CAFOs)—whereby pigs and other livestock are contained in tight quarters—can produce as much sewage waste as a small city, according to the Natural Resources Defense Council (NRDC). Further, the widespread use of antibiotics to keep livestock healthy on those overcrowded CAFOs has led to the development of antibiotic-resistant strains of bacteria that threaten human health and the environment in their own right.

Eating too much meat is no good for our health, with overindulgence linked to increasing rates of heart disease, cancer and obesity. Worldwide, between 1971 and 2010, production of meat tripled to around 600 billion pounds while global population grew by 81 percent, meaning that we are eating a lot more meat than our grandparents. Researchers extrapolate that global meat production will double by 2050 to about 1.2 trillion pounds a year, putting further pressure on the environment and human health.

For those who can’t give up meat fully, cutting back goes a long way toward helping the environment, as does choosing meat and dairy products from organic, pasture-raised, grass-fed animals. “Ultimately, we need better policies and stronger regulations to reduce the environmental impacts of livestock production,” says EWG’s Kari Hammerschlag “But personal shifting of diets is an important step.”"

Fonte e imagem:

Investigadora portuguesa premiada por comprovar que comer devagar emagrece

Adriano Miranda
in Jornal Público,
01.01.2012 - 10:13 Por Lusa

"A velocidade com que ingerimos os alimentos tem influência no peso corporal e comer devagar tem resultados equiparáveis aos de uma cirurgia bariátrica, revela um estudo realizado por uma investigadora portuguesa que ganhou um prémio internacional.

A investigação premiada de Júlia Galhardo durou um ano e teve por base 500 jovens obesos que estavam a ser acompanhados no Hospital Pediátrico de Bristol, em Inglaterra, com o objectivo de estudar as hormonas que estão relacionadas com os hábitos alimentares. São duas hormonas do sistema digestivo que circulam no sangue: a grelina, segregada pelo estômago e que induz a sensação de fome e o peptídeo tirosina-tirosina (PYY), segregado pelo intestino e que dá a sensação de saciedade.

Os jovens foram divididos em dois grupos e a um foi dada uma balança computorizada na qual colocavam o prato com os alimentos do almoço e do jantar e que media a velocidade a que comiam, sendo que o ritmo pré-formatado era de cerca de 300-350 gramas em 12-15 minutos. Caso a velocidade fosse superior, o computador dizia para comerem mais devagar.

Ao segundo grupo (de controlo) foi apenas fornecido aconselhamento dietético e físico.

“Passados esses doze meses fomos ver o índice de massa corporal (IMC) do grupo de controlo e do grupo estudado e o grupo relacionado com a balança tinha uma diminuição do índice de massa corporal significativamente superior à do grupo de controlo. Isto deixou-nos muito contentes porque era uma forma barata e acessível de todos diminuírem o peso”, revelou à agência Lusa a investigadora.

Júlia Galhardo apontou que é do senso comum que comer devagar faz com que se fique saciado mais depressa e não se ganhe peso, mas que ninguém tinha antes estudado o que acontecia a nível hormonal.

“No fundo há uma comunicação entre o aparelho digestivo e o cérebro, em que o aparelho digestivo diz: ‘estamos com fome, venha daí comida’. Depois de estarmos a comer, ele diz: ‘já chega, já estamos saciados, não é preciso vir mais comida’”, explicou a investigadora.

De acordo com Júlia Galhardo, quando as crianças e os adolescentes comiam de forma lenta, as hormonas que regulam a fome e a saciedade, e que tinham estado totalmente alteradas pelos maus hábitos alimentares, ficaram novamente reguladas, regularizando também a comunicação entre o sistema digestivo e o cérebro.

Segundo Júlia Galhardo, nunca se deve perder menos de trinta minutos a comer, tendo em conta que cada uma das refeições deve incluir uma sopa de legumes e um prato principal.

A investigadora espera que esta descoberta seja divulgada nos centros de saúde, campanhas de esclarecimento ou mesmo nos estabelecimentos de ensino, lembrando que este é um caso de saúde pública.

Júlia Galhardo foi premiada este ano com o Henning Andersen da Sociedade Europeia de Endocrinologia Pediátrica."

Fonte e imagem:
http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/investigadora-portuguesa-premiada-por-comprovar-que-comer-devagar-emagrece--1527140

Começa hoje programa para incentivar consumo de fruta nas escolas

Foto: João Henriques
in Jornal Público, 03.01.2012 - 07:35 Por Lusa

"A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) inicia hoje nas escolas um programa educativo para incentivar o consumo de fruta no lanche escolar nos jardins-de-infância e escolas do primeiro ciclo.


O programa “Heróis da fruta - lanche escolar saudável” começa num colégio do concelho da Amadora, um dos 516 jardins-de-infância e escolas do primeiro ciclo que adeririam à iniciativa de intervenção escolar de âmbito nacional.

O projecto, que vai decorrer ao longo de seis semanas, até 10 de Fevereiro, pretende incentivar as crianças até aos 10 anos a dar importância ao consumo diário de fruta e a adoptar definitivamente este hábito alimentar.

Segundo a Comissão Europeia, Portugal está entre os países da Europa com maior número de crianças com excesso de peso: 32% das crianças entre os 6 e os 8 anos têm excesso de peso e 14% são obesas. O sexo feminino apresenta valores superiores aos do sexo masculino.

O último estudo do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre obesidade infantil revela também que mais de 90% das crianças portuguesas come fast-food, doces e bebe refrigerantes, pelo menos quatro vezes por semana. Isto ao mesmo tempo que menos de 1% das crianças bebe água todos os dias e só 2% consome fruta fresca diariamente."

Fonte e imagem:
http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/comeca-hoje-programa-para-incentivar-consumo-de-fruta-nas-escolas-1527362

Refeições de casa para o trabalho

De fato e lancheira na mão

Por Mauro Gonçalves

Lasanha de Legumes

Valor energético 458 Kcal
Proteínas 21 g
Hidratos de carbono 74 g
Lípidos 9 g



Número de Doses 10 Doses
Preço por refeição 0,63 €



Dificuldade MÉDIA
Tempo de Preparação MÉDIA
Preparação
Lavar e descascar todos os legumes;
Ralar cenoura, picar cebola e alho francês, cortar tiras finas de lombardo, cubinhos de courgete;
Refogar em azeite os legumes, acrescentar cogumelos e milho;
Juntar tomate e oregãos;
Temperar com sal;
Adicionar a farinha e o creme vegetal;
Juntar o leite e mexer bem para envolver tudo;
Temperar com noz moscada;
Deixar cozer;
Ferver a água e cozer a massa lasanha;
Depois de cozida arrefecer em água fria;
Colocar a massa num tabuleiro e depois o preparado dos legumes;
Depois massa e assim por camadas até encher o tabuleiro;
Colocar queijo ralado no final;
Levar a forno médio para gratinar e acabar de confeccionar.



Qtd Produto Preço Unid. Custo*
0,5 KgCENOURA0,30 €0,15 €
0,2 KgCEBOLA0,30 €0,06 €
0,15 KgTOMATE CUBOS2,00 €0,30 €
0,5 KgCOURGETE1,00 €0,50 €
0,2 KgMILHO 4,00 €0,80 €
0,5 KgLOMBARDO0,60 €0,30 €
0,3 KgCOGUMELOS LAMINADOS2,00 €0,60 €
0,015 LAZEITE2,75 €0,04 €
0,005 KgSAL GROSSO0,15 €0,00 €
0,06 KgFARINHA0,34 €0,02 €
1,2 LLEITE MEIO GORDO0,44 €0,53 €
0,001 KgNOZ MOSCADA30,00 €0,03 €
0,75 KgMASSA LASANHA3,00 €2,25 €
0,1 KgQUEIJO RALADO6,00 €0,60 €
0,1 KgALHO FRANCÊS0,80 €0,08 €
0,001 KgOREGÃOS30,00 €0,03 €
Custo 6,29 €
* Custos meramente indicativos.
0,00 € = abaixo de 0,009 €.

Fonte e imagem:
http://www.programa100porcento.com/receitas.aspx?id=19&cat=3

Filetes gratinados com broa, batatinhas assadas e couve salteada

Valor energético 462 Kcal
Proteínas 45 g
Hidratos de carbono 58 g
Lípidos 2 g



Número de Doses 10 Doses
Preço por refeição 1,43 €



Dificuldade MÉDIA
Tempo de Preparação MÉDIA
Preparação
Temperar filetes com sal;
Descascar e cortar em meias luas finas a cebola, picar o alho;
Refogar ligeiramente a cebola e o alho em azeite;
Juntar louro, pimentão doce e envolver bem;
Colocar uma cama com a cebolada nos tabuleiros;
Colocar os filetes em cima da cebolada;
Ralar broa de milho e depois juntar um pouco do caldo resultante da cebolada;
Fazer uma pasta ligeira;
Colocar esta pasta da broa por cima de todos os filetes;
Levar ao forno a confeccionar os filetes e gratinar a broa;
Descascar as batatinhas e cozer em água e sal;
Lavar e desinfectar a couve lombardo;
Cortar em tiras e cozer em água e sal;
Depois de cozidas escorrer;
Aquecer azeite e alho e juntar as couves, deixar saltear um pouco.



Qtd Produto Preço Unid. Custo*
2 KgFILETES DE PESCADA (congelados)6,00 €12,00 €
0,2 KgCEBOLA0,30 €0,06 €
0,01 KgALHO2,50 €0,03 €
0,001 KgLOURO11,00 €0,01 €
0,005 KgPIMENTÃO DOCE9,00 €0,05 €
0,1 KgBROA DE MILHO1,00 €0,10 €
2,7 KgBATATA PEQUENA 0,46 €1,24 €
0,8 KgCOUVE LOMBARDA0,60 €0,48 €
0,005 KgSAL GROSSO0,15 €0,00 €
0,02 LAZEITE2,75 €0,06 €
Custo 14,30 €
* Custos meramente indicativos.
0,00 € = abaixo de 0,009 €.

Fonte e imagem:
http://www.programa100porcento.com/receitas.aspx?id=48&cat=2