Mostrar mensagens com a etiqueta Leguminosas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Leguminosas. Mostrar todas as mensagens

7 RAZÕES PARA COMER GRÃO TODOS OS DIAS

 "A Roda dos Alimentos Portuguesa recomenda o consumo diário de uma a duas porções de alimentos deste grupo. As leguminosas podem ser incluídas em sopas (substituindo total ou parcialmente a batata), a acompanhar refeições principais ou até em sobremesas e aperitivos que agora estão na moda, como as pastas à base de grão, características do mediterrâneo, onde o húmus é uma referência.

O grão ou grão-de-bico é um excecional alimento que merece uma atenção redobrada, dado o seu singular valor nutricional. Apontamos aqui algumas razões para o seu consumo regular:
  • Baixo valor energético (cerca de 164 kcal por 100 g), podendo desempenhar um papel importante no controlo do apetite devido à sua composição com valores elevados de proteína, fibra e hidratos de carbono de absorção lenta;
  • Elevado teor em fibra (8 g por cada 100 g de grão cozido). As diversas substâncias presentes na fibra, mais ou menos indigeríveis, são importantes na manutenção de um adequado funcionamento intestinal na redução dos níveis plasmáticos de colesterol e na modulação da glicémia (níveis de açúcar no sangue);
  • Grande valor vitamínico, em particular de vitaminas do complexo B, com particular destaque para o ácido fólico uma vitamina cujas necessidades estão aumentadas na gravidez, permitindo, quando consumida em doses adequadas, reduzir o risco de defeitos no tubo neural;
  • Grande valor mineral, principalmente em ferro, magnésio, potássio, zinco, cobre manganésio, entre outros;
  • Presença elevada de substâncias químicas bioativas como os compostos fenólicos, oligossacáridos e inibidores enzimáticos que podem ter um papel importante na prevenção de doenças crónicas. Entre estas substâncias, podemos encontrar, no grão, carotenoides como β-carotenos, luteína, xantinas e licopenos. Pensa-se que estas substâncias, quando consumidas em quantidades adequadas e de forma regular, podem neutralizar os radicais livres e combater o processo de envelhecimento das células;
  • Valor elevado de proteína vegetal. Apesar de a proteína do grão não ser completa, ao ser combinada com cereais, como o arroz, o seu aproveitamento pelo organismo aumenta;
  • O cultivo e a produção de grão são importantes para a proteção do ambiente. O grão, à semelhança de outras leguminosas, possui a capacidade de absorver e produzir naturalmente azoto, não sendo necessário a utilização de fertilizantes azotados."


SABER COMER É PURA INFORMAÇÃO, Cristina Sales

"Por: Célia Rosa 25/04/2014 
 Fotografia: Pedro Granadeiro/Global Imagens

Alimentos que nos chegam ao prato não foram feitos para comer, diz a médica Cristina Sales.

E se o seu organismo não reconhecer aquilo que você come como um alimento? Defende-se, inflama-se, fica doente. É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca. Cristina Sales, médica e especialista em alimentação, garante que na origem da maioria das doenças que afetam o homem do século xxi está o que comemos e o modo como o fazemos. É que os alimentos são veículos de comunicação: dizem às células como devem comportar-se.
Precisamos de mudar a forma como nos alimentamos?
É obrigatório que o façamos porque a alimentação que a população dos países ocidentais, incluindo Portugal, passou a fazer nos últimos cinquenta anos é o que está na origem da maior parte das doenças endócrinas, metabólicas, autoimunes, degenerativas e alérgicas. As novas epidemias devem-se sobretudo aos estilos de vida e à alimentação que fazemos desde o pós-guerra.


A alimentação é decisiva para a saúde e o bem-estar mas está a provocar doenças e a aumentar a mortalidade precoce?
A geração dos nossos filhos terá uma esperança de vida mais reduzida do que a nossa por causa dos estilos de vida e da alimentação. Primeiro, os produtos altamente processados pela indústria alimentar conduzem a uma desnutrição em nutrientes fundamentais e ingerimos uma grande quantidade de calorias vazias. Segundo, são muito diferentes dos alimentos originais e o organismo não sabe lidar com eles, não os reconhece como alimentos. Depois, há uma sobrecarga tóxica inerente à alimentação que provém dos agroquímicos (da produção), dos conservantes, corantes e adoçantes que são adicionados para preservar os produtos durante mais tempo e para os manter bonitinhos.

São alimentos para ver…
Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer. Não têm nada que ver com os alimentos que ingerimos e que nos fizeram viver e sobreviver ao longo de milhões de anos. Esta mudança ocorreu tão depressa que o organismo não está adaptado para gerir, digerir e assimilar estes produtos, pelo contrário, vê-os como substâncias estranhas e reage, inflamando-se.


Como é que podemos livrar-nos dessa teia?
As escolhas alimentares são condicionadas pela publicidade, as pessoas não são ensinadas a escolher. Quem é que é ensinado a consumir maçãs ou laranjas? Ninguém. A informação que passa de forma subliminar através dos anúncios da TV e dos jornais é que se deve beber sumo de maçã e de laranja. Mas se alguém ler os rótulos das embalagens verifica que contém imenso açúcar, frutose, acidificantes, etc., e o que falta é a maçã e a laranja. É preciso informar, ensinar e consciencializar a população.


A atitude da indústria alimentar tem de mudar?
No global sim, mas também depende do que a indústria faz. A conservação de alimentos através da congelação, por exemplo, é perfeita. Os legumes congelados são uma ótima opção, por vezes mais económica, e chegam ao consumidor mais frescos e com mais nutrientes do que os que são mantidos durante cinco ou seis dias nas cadeias de distribuição. Já quando falamos de alimentos que têm de levar uma quantidade enorme de aditivos para serem consumidos – é o caso das carnes de muito má qualidade e dos aproveitamentos que se fazem dos restos dos mariscos – é diferente. Sempre que tivermos de dobrar a língua muitas vezes para conseguir ler o que está escrito nos rótulos é porque não é comida. Não compre. Será qualquer coisa que do ponto de vista nutricional, químico e metabólico está muito longe do alimento original.


Está a falar de alimentos que duram ad eternum?
Por exemplo. Como é que duram? Fizeram-se estudos com hambúrgueres e batatas fritas – uns feitos em casa, com carne picada, e batatas que foram descascadas, outros com produtos processados e embalados – e verificou-se que ao fim de trinta ou quarenta dias alguns hambúrgueres se mantinham iguaizinhos. Não se degradaram, ao contrário dos que foram feitos em casa, que estavam estragados três dias depois. Ora alguém acha que uma coisa daquelas pode ser comida?


Quando ingerimos produtos desse tipo como é que o organismo reage?
Defende-se e inflama-se ou agarra naquelas coisas que não considera importantes e arruma-as nos depósitos de lixo, que são as células gordas. Estas, além de serem o nosso reservatório de energia, são também o depósito de substâncias tóxicas que o organismo não metaboliza ou não utiliza para impedir que entrem nos circuitos mais nobres. Esta acumulação de lixo cria bloqueios bioquímicos e alterações metabólicas que impedem as células de trabalhar em condições. Hoje ninguém sabe que consequências é que isto tem para o cérebro e o sistema imunitário e para o bom trabalho hepático e digestivo. Os circuitos da toxicidade são cruzados – se uma pessoa come de vez em quando um gelado, um iogurte, umas bolachas ou um sumo que tem um determinado corante é uma coisa, mas se o faz com regularidade, ao fim de seis meses já ultrapassou as doses suportáveis e entra em sobrecarga tóxica.


E o que é que acontece?
Veja-se o ácido fosfórico, um aditivo que está presente em alimentos de consumo diário, como os cereais de pequeno-almoço e os refrigerantes. Quem ingere estes produtos todos os dias, além de ficar com o sistema acidificado e perder cálcio (uma compensação do organismo que depois predispõe à osteoporose), também fica numa excitação – o ácido fosfórico é um estimulante cerebral e é óbvio que uma criança que de manhã come um prato de cereais chega à escola e não para quieta. O ácido fosfórico altera o comportamento e em determinadas concentrações é neurotóxico.


Como é que os alimentos atuam no organismo? 
Os alimentos servem para construir tecido, osso, órgãos, etc., e para nos darem energia, mas o que as ciências da nutrição têm vindo a mostrar é que os alimentos são essencialmente moduladores do comportamento celular – são informadores das células, dizem-lhes como devem funcionar. Imagine que tem um prato com uma determinada quantidade de proteínas (peixe ou carne) e outra de hidratos de carbono. Só a proporção entre a quantidade de carne e batatas ingeridas vai informar o organismo da necessidade de produzir uma hormona ou outra, neste caso insulina (que é a hormona do armazenamento) ou glucagon (a hormona do desarmazenamento).


Explique lá melhor…
Se comer mais proteínas do que hidratos de carbono vai produzir mais glucagon e induzir o metabolismo a ir buscar gordura acumulada para disponibilizar às células, ou seja, vai desarmazenar. Mas se comer mais arroz, massa ou batatas vai dar uma ordem em sentido contrário, vai dizer que é precisa mais insulina e vai acumular gordura.

Mas se as pessoas forem ativas podem queimar essa energia…
Isso é outra coisa, o que importa reter é que na proporção hidratos de carbono/proteínas a quantidade de açúcar que chega aos sensores do tubo digestivo aciona imediatamente uma ordem de libertação de glucagon ou de insulina. Se a indicação é libertar glucagon, o organismo vai usar a gordura acumulada, se a ordem for para libertar insulina, o organismo vai armazenar gordura. Isto é pura informação.


Quem quer perder peso tem de saber isso, certo?
Se a pessoa tiver consciência da informação que dá ao corpo tem muito mais capacidade para o modular. Outro exemplo. A leptina, a hormona que sinaliza o apetite, que depende sobretudo do ritmo solar. Ora, uma pessoa equilibrada, que durma de noite e trabalhe de dia, produz mais leptina de manhã (e tem apetite) e ao fim do dia produz menor quantidade (o apetite diminui). Se uma pessoa comer muito à noite estraga este equilíbrio e a certa altura está sempre com fome porque inutilizou os sensores da leptina. Nós somos mamíferos e de noite, quando dormimos, não precisamos de comer. O nosso corpo tem a sabedoria para sinalizar o apetite em função da hora do dia – comer muito à noite estraga essa sinalização, faz ter apetite a toda a hora.


A alimentação é bioquímica?
Os alimentos são veículos de comunicação. Se fizer uma refeição de gordura saturada – uma sopa com um chouriço e depois um cozido à portuguesa – dá um sinal à cárdia (esfíncter entre o estômago e o esófago) para alargar e é assim que ocorrer o refluxo gastroesofágico e aparece a azia. A gordura saturada é um sinal que se dá à cárdia para se manter aberta. Se no dia seguinte a mesma pessoa só comer azeite ou gorduras de peixe não terá azia. Sabe porquê? É que o azeite ajuda a fechar a cárdia. Este é outro exemplo que ilustra a importância do conhecimento. Pessoas mais esclarecidas fazem escolhas mais acertadas.


A forma como nos alimentamos dita o comportamento das células?
Quando ingeridas, as gorduras saturadas e as gorduras ómega 6 (provenientes essencialmente dos animais e dos cereais, sobretudo da soja) são a estrutura a partir da qual as células fazem substâncias pró-inflamatórias. As gorduras ómega 3 – provenientes das algas e dos peixes – são as que permitem que as células produzam substâncias anti-inflamatórias. Se uma pessoa tem uma doença inflamatória (por exemplo, uma alergia, artrite ou doença autoimune) e come muita gordura saturada, esta vai funcionar como substrato para a fogueira e agravar o processo inflamatório da doença que já tem. Ao contrário, se a pessoa ingerir gorduras ómega 3, vai ser capaz de construir extintores de incêndio para que as suas células produzam anti-inflamatórios.


Há outros exemplos?
Se uma pessoa tem tendência depressiva porque não consegue produzir serotonina em quantidade suficiente, deve comer os alimentos que têm os aminoácidos precursores da serotonina – a carne de peru, por exemplo, é extremamente rica em triptofano, que é um precursor da serotonina. Se a pessoa souber isto, no outono, quando o tempo fica mais escuro, porque é que não há de comer mais carne de peru em vez de carne de vaca?


A alimentação e o processo digestivo podem agravar ou controlar certas doenças?
Sim, se uma pessoa tem uma predisposição genética para a diabetes, Alzheimer, etc., a doença só vai manifestar-se se o gene for ativado. Mas o que as pessoas precisam de saber é que os genes também podem ser desativados – é a modulação genética através da nutrigenética. Como? O que ativa ou suprime a expressão dos genes é a presença de determinados fitoquímicos, substâncias que também se encontram nos alimentos.


Podemos dizer que há alimentos anti-inflamatórios?
Claramente. Os que têm ómega 3 – sardinha, cavala e os peixes das águas frias do Norte. Algumas substâncias vegetais dos legumes (tomate), frutos (quivi) e especiarias (a curcuma, que confere a cor amarela ao caril) também têm efeito modulador de alguns genes pró-inflamatórios. Mas alimentos anti-inflamatórios devem ser consumidos, independentemente de se ter doença ou não. Hoje sabe-se que um cérebro com Alzheimer já está inflamado vinte anos antes da manifestação da doença. Todas as doenças degenerativas começam com processos inflamatórias, as autoimunes também. Não conhecemos é as causas.


Há substâncias que devem mesmo ser eliminadas da alimentação?
Os aditivos químicos. Falo das substâncias químicas que não são alimentos, que são usadas pela indústria alimentar e podem ser geradoras de inflamação em contacto com o organismo. A vida corrente não nos permite evitar todos os aditivos, mas se estivermos despertos para esta realidade teremos mais atenção, faremos escolhas mais saudáveis e ingerimos menores quantidades.


E as gorduras?
As gorduras ómegas 6, que se encontram nas margarinas e nos óleos e que são provenientes da soja, do milho e do amendoim, são claramente pró-inflamatórias. Precisamos de ómega 6 no organismo, mas em quantidades muito reduzidas. O problema é que a cadeia alimentar atual é geradora de uma alimentação extraordinariamente rica em ómega 6 e pobre em ómega 3. Basta pensar que, dantes, as galinhas e as vacas comiam erva, agora comem rações provenientes da soja; os peixes comiam algas, agora comem rações também com soja. Os produtos alimentares que usamos são essencialmente da linha produtora de ómega 6.


Nos supermercados temos centenas de alimentos à escolha. Precisamos de tanta coisa?
Não precisamos de tantos produtos alimentares, necessitamos é de maior diversidade alimentar. Essas centenas ou milhares de produtos que vemos nas prateleiras são provenientes de quatro ou cinco alimentos – cereais, lácteos, açúcares e gorduras – e da indústria de processamento. Se olharmos para a quantidade de legumes, frutos, oleaginosas e peixe que as pessoas comem no dia a dia verificamos que não há variedade alimentar, as pessoas comem quase sempre o mesmo. Já pensou na variedade de saladas que é possível fazer? Mas se perguntar a alguém qual é a que come diz-lhe alface e tomate.


No supermercado fazemos escolhas condicionadas pela publicidade e o marketing. Como podemos fugir a isso?
Só vai mudar com a informação dos cidadãos. Nos países do Norte da Europa, onde a população é muito mais esclarecida, não encontramos nos supermercados esta quantidade enorme de alimentos-lixo – basta verificar que o espaço ocupado por refrigerantes, cereais de pequeno-almoço e óleos alimentares é muito reduzido. Exatamente o oposto do que se passa em Portugal.


A crise económica e as dificuldades das famílias podem piorar ainda mais a alimentação dos portugueses?
Também pode acontecer o contrário. Numa altura em que todos sentimos uma necessidade absoluta de gerir muito bem os orçamentos familiares, devemos fazer listas de compras de forma racional. E antes de comprar certos produtos alimentares, é obrigatório perguntar: «Preciso mesmo disto? Vale a pena? Faz-me ficar mais forte, vital, inteligente? Tem mais nutrientes?» Ocasionalmente, podemos comprar os tais alimentos que não comportam nenhum valor acrescentado mas que agradam ao paladar, mas isso é num dia de festa.


De que produtos podemos e devemos mesmo prescindir quando vamos às compras?
Devemos tirar os refrigerantes, cereais com açúcar, pastelaria, óleos e margarinas – para cozinhar devemos usar o azeite, só azeite. Todos os refrigerantes são um estrago de dinheiro – as pessoas devem beber água. Os cereais com açúcar (os de pequeno-almoço e as bolachas) também são prescindíveis – devemos escolher cereais completos, integrais, que até são mais baratos. Compare-se o preço de uma caixa de cereais de pequeno-almoço com o de um pacote de flocos de aveia, que são altamente nutritivos. A aveia é muito mais barata e muito nutritiva.


Mas comprar carne magra e peixe gordo, frutos e hortaliças é muito mais dispendioso…
Mas há estratégias que podem ser implementadas. Uma é comprar carne de melhor qualidade e comer menos quantidade e menos vezes. É preferível comer carne três vezes por semana em vez de comer carne gorda todos os dias. Além disso, toda a gente ganha se fizer uma alimentação vegetariana dois dias da semana e em vez da carne comer, por exemplo, arroz de feijão ou grão-de-bico com massa. Se se acrescentar hortaliças, ervas aromáticas e azeite, podemos dizer que são refeições perfeitas. Menos carne, mas de melhor qualidade; mais peixe (incluindo cavala e sardinhas, frescas ou em conserva de azeite) e ovos (podem ser consumidos três ou quatro por semana) são opções a privilegiar.


Não retira massa, arroz ou batatas ao seu carrinho de compras?
Não, mas reduzo as quantidades ingeridas. No prato devemos ter pequenas porções de massa, arroz ou batatas e maior quantidade de hortaliças, legumes e leguminosas.


Fala-se muito na responsabilidade social da indústria farmacêutica, que ganha dinheiro à custa do tratamento dos doentes. E quanto à responsabilidade social da indústria alimentar, que ganha dinheiro atirando-nos para a doença?
A indústria alimentar está a fazer maus alimentos, mas a verdade é que as pessoas só compram o que querem. Sei que quanto menor é a informação maior é a permeabilidade ao marketing, mas o caminho também se faz através da informação dos cidadãos e da sua responsabilização. Custa-me imenso ver nas caixas de supermercado que as pessoas aparentemente mais pobres também são as que levam os carrinhos repletos de produtos inúteis e nefastos para a sua saúde. É preciso repensar a política alimentar e inovar.


22 Healthy Foods to Always Have in Your Fridge

"BY DARSHANA THACKER

Here’s a master list to use when you’re stocking up on healthy ingredients and essentials. Filling your kitchen with healthy foods makes cooking delicious dishes a pleasure, not a chore. Although it looks like a long list, it’s worth it to stock up on condiments and frozen goods, since they will last for a long time.


1. Staple Vegetables
For vegetables, stock up on carrots, celery, beets, and bell peppers, because they have a better shelf life than other vegetables. You can use them in stews, for making stock, with dips as a snack, and in a lot of other types of recipes.

2. Staple Fruits
For fruit, stock up on apples, grapes, berries, and pears. These last a long time in your fridge, and are good for snacking or in oatmeal and baked goods.

3. Greens Like Lettuce, Spinach, and Kale
Fresh greens are always good for making a quick salad or for steaming or sautéing. You can also throw them in stews, soups, and healthy scrambles.

4. Fresh Herbs
Fresh herbs add flavor and freshness to almost any recipe you’ll make. My favorites are cilantro, parsley, thyme, sage, dill, and rosemary. If the herbs are damp, then wrap them in a dry paper towel before storing; if dry, wrap them in a damp paper towel before storing.


5. Dates and Dried Fruit
It’s always a good idea to have dates and other dried fruits in your fridge. Keep your favorites on hand, whether they’re raisins, dried figs, dried apricots, currants, or cranberries. You will get a lot of use out of a small amount in place of sweeteners and in baking.

6. Nuts and Seeds
We use them sparingly at Forks Over Knives, but nuts are good to have in case you don’t have nut milk—you can quickly make some nut milk at home. You can also use nuts and seeds to garnish your salads or main dishes.

7. Plant-Based Milks
Stock up on any plant-based milk that you like, whether it’s almond, soy, rice, cashew, hemp, or rice milk. You can always use it in breakfast cereals, for making baked goods, and in any dish that requires a creamy texture. Just like with nuts and seeds, please use sparingly.

8. Salsa
Good quality store-bought salsa makes cooking easier, as you can use it in main dishes and as a dip or a dip ingredient.

9. Mustard
Always have some mustard you like in the fridge, whether it’s Dijon, yellow, spicy brown, or another variety. You can use it on sandwiches and in dressings and sauces.

10. Hummus

Some good hummus is always useful to have in your kitchen, since you can use it as a dip or as a sandwich spread. Try this delicious low-fat hummus recipe.

11. Nutritional Yeast
Nutritional yeast adds a cheesy flavor to food, so it’s a good vegan ingredient to have on hand. You can use it in pasta, in dips, and in other savory dishes.

12. Miso Paste
Miso is a flavoring agent that’s great for cooking, and along with nutritional yeast, adds a good cheesy flavor to dishes.

13. Tahini or Peanut/Nut Butters
Tahini, peanut butter, and other nut butters are good for making sandwiches,dressings, and baked goods.

14. Tamari or Soy Sauce
Tamari or regular soy sauce is useful for making Asian dishes, for overall flavor, and in dressings.

15. Hot Sauce
I love hot sauce because it adds spice and kick to dishes. When you buy it at the store, try to find an oil-free brand with just a few ingredients.

16. Cacao Powder
Keep some cacao powder in your kitchen to make any dessert that requires chocolate.
For the Freezer…

17. Cooked Beans
Whenever you make a batch of beans, double the recipe so that you have extra to freeze. This cuts down a lot of prep time during the week.
To thaw: remove from the freezer and thaw in the fridge overnight, or run under hot water to use them immediately.

18. Cooked Grains
Just as with beans, grains freeze and reheat beautifully. Store extra cooked rice andquinoa in your fridge and quick meals will be a breeze.
To thaw: remove from the freezer and thaw in the fridge overnight, or steam them to use them immediately. Or place the frozen grains in a bowl, and set into a larger bowl partially filled with very hot water.

19. Frozen Vegetables
Stock up on frozen vegetables like corn, vegetable medleys, edamame, and green peas, and you will always have healthy options when you’re cooking.

20. Frozen Fruit
When your grocery store is having a sale, stock up on frozen bananas, frozen berries, and other frozen fruits. You can use them when baking, snacking, or in smoothies.

21. Garlic and Ginger
Garlic and ginger are excellent to have for flavoring savory dishes, so I store minced garlic and grated ginger in small freezer bags when I have extra. There’s no need to defrost it before using.

22. Corn, Rice, and Wheat Tortillas
These freeze well, and tortillas are endlessly useful when making tacos, wraps,quesadillas, and other handheld meals.

Ready to cook?"


Fonte e imagens: http://www.forksoverknives.com/22-healthy-foods-to-stock-fridge/

20 tips to eat well for less

"Can you eat healthily and save money? You bet your bottom dollar you can! Here are 20 tips to help you have your (low-fat) cake and eat it.
If cost is discouraging you from trying to make changes to you and your family’s diet then read on: healthy eating doesn’t have to cost more.
The NHS Choices Eat4Cheap challenge aims to show you how, equipped with a few simple money-saving tips, you can eat a healthy diet and still save money. 

Write a shopping list

Draw up a weekly meal plan, incorporating ingredients you already have, write a shopping list and stick to it. Don't be swayed by impulse purchases or special offers, just buy what you need. Try not to shop when hungry. Studies show that people who shop when hungry are more likely to spend more, especially on less healthy foods, such as high-fat and sugary snacks. 

Waste nothing

The average family with children throws away almost £60 of good food every month, according to Love Food Hate Waste (LFHW). Be strict about buying only what you'll actually eat. Plan your meals so that all ingredients on your list get used and that includes fresh herbs like basil or parsley. If necessary, freeze any unused food. Freezer bags and food storage boxes will come in handy. 

Eat leftovers for lunch

Cooking extra portions for your evening meal so that you can have the leftovers for lunch the next day saves time and money, and can be a healthier option than the traditional "mayo-laden sandwich, crisps and soft drink desk-lunch" option. Any extra portions can be frozen for another day. Eventually, you'll have a freezer full of homemade ready meals on tap. Find out how to use leftovers safely

Buy frozen

Frozen fruit and vegetables are underrated. They come pre-chopped and ready to use, are just as good for you (try to avoid those with added salt, sugar or fat), and are often cheaper than fresh varieties. Frozen vegetables are picked at the peak of freshness and then frozen to seal in their nutrients. Get tips on freezing and defrosting

Trade down

You could cut 30% off your shopping bill by buying cheaper brands than you normally do, according to Money Saving Expert – that’s a potential saving of over £1,500 a year on a family's £100 weekly shop. Give it a go and let your taste buds be the judge, not the shiny label. Find out how food labels can help you make healthier choices

Veggie might

Meat and fish are typically the most expensive food ingredients on a shopping list. How about adding vegetables to meat dishes such as casseroles to make your meals go further? Or try a few vegetarian meals during the week to keep costs down? Make it fun by joining the thousands of people who regularly take part in the meat-free Monday movement. 

Cook with pulses

Pulses, such as beans, lentils and peas, are some of the cheapest foods on the supermarket shelf. These pulses are low in calories and fat but packed with fibre, vitamins and minerals and also count towards your 5 A DAY. Use them in dishes to replace some of the chicken or meat, such as a chilli con carne with kidney beans or a chicken curry with chickpeas. 

Freeze leftover bread

Bread is the most wasted household food according to LFHW. Reduce waste by freezing bread, preferably in portions (for convenience) and when it’s at its freshest (for taste). For best results, store bread in an airtight container (such as a freezer bag) and gently squeeze out as much air as possible before sealing to avoid freezer burn.  

Know your kitchen

Know what’s in your kitchen store cupboard, fridge and freezer. You may find you’ve got enough ingredients to make a meal! Plan your week's meals to include ingredients you've already got in and avoid buying items you already have. Check use-by dates to make sure you use up ingredents before they go off.  

Buy cheaper cuts

If you're prepared to take a little more time with your cooking, buying cheaper cuts of meat is a great way to save. Choosing a cheaper cut of meat, such as braising steak, shin or shoulder, doesn’t mean missing out on a tasty meal. Slow cooking gradually breaks down the fibres in cheaper cuts, giving great taste at a lower cost. 

Look up cheap recipes

Cheap doesn't have to mean less tasty. There are plenty of websites offering recipes for cheap eats and leftover ingredients. Check out Change4Life's meal mixer and our Healthy recipes section for some inspiration. 

Eat smaller portions

Try eating smaller portions by saying no to a second helping or using smaller plates. You’ll have more left over for lunch the next day and your waistline may benefit, too! Try weighing or measuring out staples such as pasta and rice when cooking to stay in control of portion size and reduce waste.  

Cook from scratch

One in every six meals is eaten out of the home, according to a Public Health England study (PDF, 776kb). Of particular concern are hot food takeaways, which tend to be high in fat and salt, and low in fibre, fruit and vegetables. Cutting back on takeaways could save you up to £800 a year and inches off your waist! Preparing and cooking your own meals is generally cheaper than buying a takeaway or a ready meal, and because it’s easier to control what goes in to your dish, it can be healthier. 

Buy chicken whole

The cheapest way to buy chicken is to buy a whole chicken. It's often more expensive to buy two pre-cut chicken breasts than a whole chicken. From a whole chicken, you'll get two breasts, two thighs, two drumsticks, plus a carcass and wings for making stock. Consider the deli counter for cheese and cured meats. You can get exact amounts, which is cheaper and less wasteful. 

Price-check pre-packaged produce

Fruit and vegetables sometimes cost more pre-packaged than loose. Check the price per weight (for example £/kg). Stores know that consumers want to buy in bulk, and so they mix it up: sometimes the packaged produce is cheaper, sometimes it’s more expensive. Also, pre-packaged isn’t always the freshest and you may end up with more than you need. 

Cut down on luxuries

If your regular shopping basket tends to include fizzy drinks, crisps, snack bars, biscuits and cakes, try trimming down on these non-essential items. Many of these are high in sugar and fat so you'll be doing your waistline as well as your bottom line a favour. They can also contain a lot of salt. Think about cheaper and healthier alternatives – such as sparkling water and fruit juice instead of cola, or fruit and plain yoghurt. 

Beware of BOGOF offers

Special discounts such as buy-one-get-one-free (BOGOF) deals can offer good value, but be careful: only buy items you actually need and are likely to keep and use – tinned or frozen fruit and veg or rice and pasta are a good example. Markdowns on perishables at the end of the shopping day are another way to bag a saving – but make sure the item gets used before the use-by-date and doesn’t go off sooner than expected. 

Toddlers eat the same

If you've got a toddler in tow, get him or her used to eating the same meals as you instead of relying on costly pre-prepared toddler food. Simply blend or chop up their portion to suit their age and freeze extra child-sized portions for later. Make sure not to add any salt to their portions and be careful with spicy food. 

Shop online

Price comparison websites, such as mysupermarket.com, let you select a basket of products and then choose the cheapest supplier. The price differences can be significant. Unlike going to the shops yourself, you'll know how much you've spent before going to the till, which can make it easier to stay within budget. 

Shop during the ‘happy hour’

Most supermarkets discount fresh items towards the end of the day. However, with longer opening hours it's a case of finding out just the right time to grab those bargains. Time it right and the "reduced to clear shelves" can save you big money. Always check use-by dates."

NA MINHA MARMITA – 10 REFEIÇÕES VEGETARIANAS PARA COMER FORA DE CASA

"Levar marmita para a faculdade ou para o trabalho está na moda, e a minha experiência pessoal mostrou-me que pode ser uma opção mais económica, saudável e aprazível relativamente às opções que são oferecidas pelas cantinas ou pela restauração.

Após o primeiro ano de faculdade comecei a levar sempre que possível a marmita para o almoço, porque não gostava da qualidade das opções vegetarianas oferecidas pelas cantinas universitárias, pois ou eram desagradáveis do ponto de vista sensorial, ou completamente desequilibradas nutricionalmente, ou até, por vezes, pela inexistência das mesmas após determinada hora. Felizmente muitas pessoas amigas também começaram a levar comida de casa, e, para além de ser uma melhor opção individual, o almoço tornou-se também um óptimo momento de convívio, sem o barulho das cantinas ou filas de espera.
Verifiquei também que as refeições que levava eram mais balanceadas nutricionalmente e davam-me mais saciedade. Mas constatei que nem era preciso grande planeamento das refeições, e bastava confeccionar em maior quantidade (por exemplo ao jantar) de forma a poupar tempo, energia e dinheiro.
Mas se levar a marmita pode ser uma boa opção por ser mais proveitoso do ponto de vista nutricional e sensorial, também temos de ter alguns cuidados relativamente ao acondicionamento das refeições que vamos levar no dia seguinte.
CONSERVAÇÃO. Em primeiro lugar, deve ser tida em conta uma conservação segura das confecções, e por isso, depois de preparar a refeição que vai levar na marmita, deve deixar à temperatura ambiente para arrefecer antes de colocar no frigorífico, mas este período de arrefecimento não deve ultrapassar as 2 horas! E preferencialmente, a marmita deve ser colocada na zona mais fria do frigorífico (prateleira superior) para evitar o crescimento de microrganismos. Não se esqueça que a sua confecção deve ser consumida num prazo de 3 dias conservada no frigorífico ou, congele os alimentos que não prevê consumir imediatamente, nas porções adequadas (para descongelar apenas o que prevê consumir). E, por fim, não reaqueça mais do que 1 vez a sua refeição!
No transporte da marmita, deve acondicioná-la de forma segura para prevenir o crescimento de microorganismos, levando a marmita numa bolsa térmica (com géis de gelo para a manutenção da temperatura do frigorífico), e guardando o recipiente no frigorífico do trabalho quando possível.
RECIPIENTE. O material do recipiente deverá ser também uma preocupação. O plástico contém aditivos que podem migrar para o alimento durante o seu aquecimento. Assim, evite acondicionar refeições quentes em recipientes plásticos, ou aquecê-los em banho-maria ou no microondas.Prefira acondicionar os alimentos/refeições em recipientes de vidro.
AQUECIMENTO. Caso aqueça a sua refeição, esta pode ser reaquecida no microondas, ou, alternativamente, em banho-maria, tenha o cuidado de aquecer de forma uniforme o preparado, para que algumas zonas mais interiores dos alimentos atinjam temperaturas seguras.
Lentilhas com vegs assados
– Trigo sarraceno cozido com lentilhas, cenouras, beterraba e couves bruxelas assadas
Quando as ideias são poucas para fazer o almoço do dia seguinte, asso ou cozo os vegetais que tenho pelo frigorífico e acompanho de leguminosas como lentilhas, e alguns cereais integrais, como o trigo sarraceno. Procuro sempre dar sabor aos vegetais juntando um pitada de sal e pimenta, e algumas especiarias.
Preço: Médio / Tempo de preparação: Médio / Necessidade de aquecimento: Sim
Quiche de tofu– Quiche de tofu com cogumelos
Quando nem sempre tenho oportunidade de aquecer a comida, uma das receitas a que recorro é a minha quiche de tofu. Faço algumas adaptações, consoante os vegetais/ingredientes que tenho por casa, e até nem coloco nenhuma base, e levo ao forno a quiche só com papel de queques (porque a massa filo depois de ir ao frigorífico fica mole). Se quiserem fazer uma quiche com base, sugiro que visitem esta receita.
É uma receita que aguenta bem alguns dias no frigorífico, e sugiro que sirvam estas mini quiches com uma salada ao vosso gosto.
Preço: Reduzido / Tempo de preparação: Médio / Necessidade de aquecimento: Não
Precisam de mais ideias para quiches vegetais? Visitem esta Quiche de grão-de-bico e cebola caramelizada, ou a Frittata primaveril do Veggies on the Counter, ou ainda a Tarte de legumes e tofu do Not Guilty Pleasure!
batata-doce recheada– Batata-doce recheada com grão e abacate + molho de tahini
Pode parecer complexa, mas esta receita é muito rápida e simples. Já pensaram em cozer uma batata-doce no microondas? Depois de bem limpa, raspe um pouco a pele da batata, faça alguns furos com um garfo, junte algumas especiarias e sal, e leve-a 5-7 minutos ao microondas. Depois de cozida, corte-a ao meio e recheie com grão-de-bico e abacate, salsa ou coentros, e molho de tahini (pasta de tahini + sumo de limão + azeite + sal e pimenta preta). Sirva com vegetais verde-escuros.
Preço: Médio / Tempo de preparação: Reduzido / Necessidade de aquecimento: Sim
Se gostou desta receita simples de batata-doce recheada, visite também esta receita do Le Passe Vite – Batata doce recheada com tomatada exótica de grão-de-bico, com sabores mais arrojados, mas igualmente simples!
seitan2– Seitan estufado com tomate e pimento vermelho
Seitan é uma proteína vegetal que não uso muitas vezes na minha culinária, mas quando o faço, geralmente deixo-o a marinar com louro, sumo de limão, azeite, alho, colorau, cominhos e pimenta preta para tornar o seu sabor mais rico, e pela marinada ser ácida, e deixar o seitan mais tenro. Depois é só estufá-lo com tomate e vegetais, e servir com cereais (arroz, massa…), para um prato completo!
Preço: Reduzido / Tempo de preparação: Reduzido / Necessidade de aquecimento: Sim
feijão preto com quinoa– Feijão preto cozido com quinoa, brócolos cozidos e sementes.
Em semelhança à primeira receita, aqui podem ver outra combinação de cereais e leguminosas, neste caso, quinoa e feijão. Se as lentilhas cozo na hora, o feijão que uso durante a semana foi cozido e guardado no congelador nas doses que costumo comer, para me poupar tempo (e também evitar desperdícios!). Acompanhei com brócolos cozidos e sementes.
Preço: Elevado / Tempo de preparação: Reduzido / Necessidade de aquecimento: Sim
salada de lentilhas– Salada de lentilhas, batata-doce crocante e paprika
Adoro levar uma boa salada para a faculdade pela preguiça de não precisar de aquecer, e pela flexibilidade que me dá de poder comê-la em qualquer lado, sem precisar de ser aquecida. Senti que por vezes precisava mesmo que as minhas refeições fossem flexíveis neste sentido porque quando se tem aulas em cada canto da cidade do Porto, a hora de almoço é ocasionalmente passada em transportes.
Neste caso, partilho-vos a Salada de lentilhas, batata-doce crocante e paprika, por ser tão rica com as lentilhas, uma fonte de hidratos de carbono como a batata-doce, e poder ser enriquecida com vegetais como espinafres, rúcula, ou outros.
Preço: Médio / Tempo de preparação: Médio / Necessidade de aquecimento: Não
hummus– Hummus com vegetais ou pão
Esta é a minha sugestão mais económica e rápida em termos de confecção. Já experimentaram fazer esta pasta deliciosa de grão-de-bico? Adoro acompanhar com vegetais (cenoura ou pepino) em palitos, galletes de arroz, ou pão de cereais, e claro com um pouco de salada. Não demora mais de 5 minutos a ser feito, e no dia seguinte (depois de bem conservado) está pronto a comer, e nem é preciso aquecer!
Preço: Reduzido / Tempo de preparação: Reduzido / Necessidade de aquecimento: Não
estufado de feijão branco– Estufado de feijão branco, brócolos e massa integral
Há noite por vezes recorro a estufados densos como a sopa Minestrone, que é uma das minhas comidas de conforto preferidas. Se no dia seguinte vou comer na faculdade, faço esta sopa a dobrar, porque considero ser uma refeição completa e saciante pelo seu conteúdo em vegetais e leguminosas.
Preço: Reduzido / Tempo de preparação: Reduzido / Necessidade de aquecimento: Sim
Estufado de lentilhas
– Estufado de lentilhas vermelhas com brócolos e abacate
Mais um dos meus estufados preferidos – dhal de lentilhas. Tão rápido de se fazer porque as lentilhas vermelhas cozem relativamente rápido, e basta juntar na panela cebola, alho, gengibre, raspa de limão, especiarias, 1 colher de sopa ou 2 de leite de coco para ficar mais cremoso e um pouco de tomate, e temos um estufado aromático e saboroso. Gosto de acompanhar com vegetais, especialmente com abacate pelo contraste de sabores e texturas.
Preço: Reduzido / Tempo de preparação: Reduzido / Necessidade de aquecimento: Sim
sandes de tofu
– Sandes de pasta de abacate e rebentos com tofu grelhado e pão de centeio
Uma sandes neste artigo fazia todo o sentido, e a minha primeira opção seria de hummus, mas como fiz questão de partilhar convosco essa opção, achei que seria curioso partilhar esta sandes de pasta de abacate e rebentos com tofu grelhado.
Lembram-se da pasta de grão-de-bico e abacate? Esta pasta é uma adaptação dessa, mas substituí o grão por rebentos caseiros de feijão mungo. O sabor da pasta com rebentos fica mais fresco, e a textura um pouco diferente, mas pode ser servido igualmente numa sandes. Coloquei também na sandes 2 tiras de tofu fumado grelhado (previamente marinado com sumo de limão e uma pitada de sal, colorau e pimenta preta).
Acompanhem esta sandes de uma salada de legumes frescos variados, e não se esqueçam de rechear também a sandes de rúcula, diferentes tipos de alface, e até rebentos.
Preço: Médio / Tempo de preparação: Médio / Necessidade de aquecimento: Não
Por fim, tentei partilhar receitas que considero serem saudáveis, mas tentem adequá-las às vossas preferências individuais, e às vossas necessidades. São todas sugestões de receitas vegetarianas estritas para quem segue uma alimentação vegetariana/vegana, que deve procurar ser equilibradacolorida e sempre variada!
notas finais0
Referências:
Gregório MJ, Santos MC, Ferreira S, Graça P. Alimentação Inteligente – coma melhor, poupe mais. Lisboa: Direção-Geral da Saúde, Edenred Portugal, 2012.

Teixeira D, Pestana D, Calhau C, Graça P. Linhas de orientação sobre contaminantes de alimentos. Lisboa: Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, Direção-Geral da Saúde, Fevereiro 2015."

Vegetarian chilli

Fotografia: David Loftus
"This is a lovely alternative to traditional chilli con carne. It's packed with good stuff so is a great choice for veggies and meat eaters alike.
Nutritional Information - Amount per serving:
  • Calories 306kcal
  • Carbs 39.8g
  • Sugar 13.9g
  • Fat 9.1g
  • Saturates 1.3g
  • Protein 10.7g

Serves 4-6

Ingredients

  • 2 medium-sized sweet potatoes, approximately 500g
  • 1 level teaspoon cayenne pepper, plus extra for sprinkling
  • 1 heaped teaspoon ground cumin, plus extra for sprinkling
  • 1 level teaspoon ground cinnamon, plus extra for sprinkling
  • olive oil
  • sea salt
  • freshly ground black pepper
  • 1 onion
  • 1 red pepper
  • 1 yellow pepper
  • 1 bunch fresh coriander
  • 1 red chilli
  • 1 green chilli
  • 2 cloves garlic
  • 2 x 400 g tinned beans, such as kidney, chickpea, pinto and cannellini
  • 2 x 400 g tinned chopped tomatoes

Method

Preheat the oven to 200°C/400°F/gas 6. Peel the sweet potatoes and cut into bite-sized chunks. Sprinkle with a pinch each of cayenne, cumin and cinnamon, drizzle with olive oil and scatter with a pinch of salt and pepper. Toss to coat then put them on a baking tray.
Peel and roughly chop the onion. Halve, deseed and roughly chop the peppers. Pick the coriander leaves and put aside, finely chop the stalks. Deseed and finely chop the chillies. Peel and finely chop the garlic.

Put the tray of sweet potato in the hot oven to cook for 40 minutes until soft and golden. Put a large pan on a medium-high heat and add a couple lugs of olive oil. Add the onion, peppers and garlic and cook for 5 minutes. Add the coriander stalks, chilli and spices and cook for another 5 to 10 minutes, stirring every couple of minutes.

Drain the cans of beans, then tip them into the pan with the tinned tomatoes. Stir well and bring to the boil, then reduce to a medium-low heat and leave to tick away for 25 to 30 minutes. Keep an eye on it, and add a splash of water if it gets a bit thick.

Get the roasted sweet potato out of the oven and stir it through your chilli with most of the coriander leaves. Taste and season with sea salt and freshly ground black pepper, if needed. Scatter the remaining leaves over the top, and serve with some soured cream, guacamole and rice or tortillas".