Crianças já têm consumos alimentares “nada saudáveis” aos dois anos

"Nas cantinas escolares não basta ter pratos bons do ponto de vista nutricional, é preciso que sejam também "apetecíveis", defende o director do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, o nutricionista Pedro Graça. Hoje é Dia Mundial da Alimentação.
A obesidade infantil parece estar a estabilizar em Portugal, mas as crianças aos dois anos já têm consumos alimentares pouco saudáveis. Por isso é preciso actuar nos jardins de infância, sublinha o director do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS), Pedro Graça. No Dia Mundial da Alimentação, que se celebra esta sexta-feira, o nutricionista faz um balanço positivo dos mais de três anos e meio deste programa prioritário da Direcção-Geral da Saúde (DGS), mas admite que ainda há muito a fazer num país em que mais de metade da população adulta tem peso a mais ou sofre de obesidade.
Apesar da alteração de paradigma - “o excesso de peso passou a ser percepcionado como um problema de saúde” -, e mesmo sabendo que a alimentação inadequada é a determinante que mais anos de vida saudáveis rouba aos portugueses,  na prática não parece ser fácil “transformar isto em acção”, lamenta.
A boa notícia é a de que as três mais recentes avaliações efectuadas na população em idade escolar (seis/oito anos) - 2008, 2010 e 2012/13 - indicam que há “um abrandamento e estabilização da obesidade”, apesar de continuarmos com uma das prevalências mais elevadas da Europa. Assumindo que esta estabilização é um dos indicadores “mais gratificantes”, Pedro Graça nota que é preciso deixar passar mais tempo.
A cautela entende-se. Os resultados de recentes estudos conduzidos por duas equipas de investigação (da Universidade Católica e do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto) permitiram perceber que em idades precoces (dois, três anos) as crianças já “têm consumos alimentares nada saudáveis”, frisa. Aos dois anos, por exemplo, “17% já consome bebidas açucaradas, sobremesas e doces diariamente”.
Mas se o açucar é um tóxico, um dos “quase venenos” a evitar, o sal é o outro grande “inimigo”, enfatiza. Nestas idades, em "87%" dos casos estudados encontraram-se valores acima do máximo tolerável de sódio (cinco gramas por dia).
Aproveita, a propósito, para chamar a atenção para um acordo que passou quase despercebido, por ter sido assinado poucos dias antes das eleições legislativas, entre as associações de empresas de distribuição, de consumidores e de restaurantes e vários ministérios. Comprometeram-se a, durante o próximo ano, reduzir em 4% a oferta de sal e ir diminuindo este valor gradualmente até chegar a 5 gramas/dia em 2025 (agora é de 11 gramas/dia).
Nas cantinas faltou o marketing
Já nas cantinas escolares conseguiu-se ter “uma oferta nutricional de elevada qualidade, mas faltou fazer o marketing”, reconhece Pedro Graça. O resultado é que “os miúdos dizem: não presta, não sabe a nada”, enquanto em redor das escolas há “uma oferta alimentar de muito má qualidade”. Uma das soluções poderá passar por ter pratos não apenas “bons do ponto de vista nutricional, mas ao mesmo tempo apetecíveis, do ponto de vista do aspecto e do paladar”.

Vai mais longe ao defende que é “um desafio” para os directores das escolas conseguir que muitos alunos comam nas cantinas. Mas põe sobretudo a ênfase no papel das famílias, dos pais, que a partir de sexta-feira vão passar a ter acesso a mais uma ferramenta informática que as poderá ajudar a fazer escolhas saudáveis nas escolas.
Destaca outra ferramenta que pode ajudar a tomar decisões saudáveis e que começa a estar disponível em todo o lado, graças à normativa europeia que obriga a indústria a colocar rótulos nutricionais nos produtos alimentares (até ao final deste ano).É “uma revolução”, frisa.
Desde que o programa da DGS arrancou, também se conseguiu incentivar o consumo do pequeno-almoço, mas falta obter resultados expressivos na qualidade da primeira refeição. “As taxas de consumo do pequeno-almoço ultrapassam os 90% mas ainda é pequeníssima a percentagem dos que comem fruta ou bebem sumo” pela manhã, ou seja os que tomam um pequeno almoço “adequado”.
Além das crianças, outro grupo prioritário é o dos idosos. A informação ainda é muito escassa mas Pedro Graça acredita que dentro de um ano e meio será possível ter “um mapeamento do estado de desnutrição” dos mais velhos, graças a estudos que já estão em curso, porque é necessário perceber se estão a ter alimentação saudável, nomeadamente os que vivem em instituições.
Sobre o impacto da crise económica, Pedro Graça também é cauteloso. “Provavelmente a sociedade portuguesa tem mecanismos de resiliência e adaptação ao stress alimentar ou foram usadas almofadas de adaptação, o que pode ter permitido atenuar o impacto da crise”, afirma. Mas há outras hipóteses, especula. Podem não estar a ser usadas “as formas de monitorização mais adequadas” ou o impacto poderá sentir-se “só daqui a oito ou nove anos”.
Há açúcar escondido em alguns alimentos. O resultado? Cáries
“Há açúcar escondido em alguns alimentos? Há! Por exemplo no ketchup e no pão dos cachorros e dos hambúrgueres”. O alerta aparece em cartazes que estão a ser distribuídos pelos consultórios dentários, escolas e unidades de saúde do país. Foi para  chamar a atenção para a relação entre os alimentos que ingerimos e a saúde oral que a Direcção-Geral da Saúde (DGS) decidiu este ano distribuir nove mil cartazes “apelativos”.

“Sabemos hoje que existe uma relação entre o desenvolvimento da cárie dentária e a frequência de ingestão de certos alimentos ou bebidas açucaradas”, avisa a DGS, que aposta nesta iniciativa para assinalar o Dia Mundial da Alimentação, em conjunto com a Rede de Bibliotecas Escolares, o Plano Nacional de Leitura e a Ordem dos Médicos Dentistas.
Chegar às famílias é a prioridade. O director do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, Pedro Graça, adianta também que, para envolver e apoiar os pais, a partir desta sexta-feira renova-se e alarga-se às famílias uma ferramenta informática que já existia, o SPARE (Sistema de Planeamento e Avaliação de Refeições Escolares), que ajuda a fazer escolhas saudáveis e é oferecida pela DGS e pela Universidade do Porto.
Também o site do programa ( www.alimentacaosaudavel.dgs.pt) vai ser renovado a partir desta sexta-feira, agregando o blogue nutrimento (www.nutrimento.pt) que tem cerca de mil utilizadores por dia e mais de 400 mil visualizações desde que foi lançado, há um ano. O blogue disponibiliza sugestões para se comer barato que passam por adequar o tipo e corte de carne ao método de confecção, além de muitas receitas saudáveis.
Para encontrar receitas que além de saudáveis são baratas pode ainda consultar www.alimentacaointeligente.dgs.pt . “Como temos poucos recursos, investimos no digital, esta é uma forma de dar resposta às dúvidas e ansiedades das pessoas”, explica Pedro Graça.
Para ajudar a comer fora de casa, vai também ser lançado esta sexta-feira um manual de alergias alimentares."

The Easy Vegetarian Recipes You Want And Need

MINIMALIST BAKER, NATURALLY ELLA
Food Editor, The Huffington Post

"For one reason or another, making a filling and satisfying meat-free meal has the reputation of being a labor intensive process. Maybe the rumor stems from the fact that most vegetarian recipes call for fresh produce, which requires a little more prep. We're not sure. Either way, we're here to tell you it's simply not true. 

Easy vegetarian recipes are not only possible, they're plentiful. And it's not all pasta, either. Homemade veggie burgers, curries and fried rice are all within your reach. Don't believe us? Let these 21 recipes show you the light.
Get the Easy Grillable Veggie Burgers recipe from Minimalist Baker
Get the Twice Baked Butternut Squash recipe from Recipe Runner
Get the Chickpea Sunflower Sandwich recipe from Minimalist Baker
Get the Cheesy BBQ Loaded Potatoes recipe from Naturally Ella
Get the Avocado Boats recipe from Minimalist Baker
Get the One Pot Creamy Pasta Broccoli recipe from A Beautiful Mess
Get the Blueberry Basil Grilled Cheese recipe from Lorimer Street Kitchen
Get the Teriyaki Chickpea Loaded Sweet Potato recipe from Naturally Ella
Get the Halloumi and Hummus Brioche recipe from Borrowed Light
Get the Brussels Sprouts and Eggs recipe from Naturally Ella
Get the Crockpot Red Lentil Curry recipe from Pinch Of Yum
Get the Spicy Carrot And Hummus Sandwich recipe from The Simple Veganista
Get the Easy Fried Rice recipe from Minimalist Baker
Get the Spinach and Artichoke Fondue recipe from A Beautiful Mess
Get the Slow Cooker Enchilada Orzo recipe from Damn Delicious
Get the Parsnip And Split Pea Soup recipe from The Simple Veganista"

Fonte e imagem: http://www.huffingtonpost.com/entry/easy-vegetarian-recipes-that-simplify-dinner_55e6ef52e4b0c818f619c1cc?ncid=edlinkushpmg00000141

THAI NOODLE SOUP


"Serves 4
Ready In: 45 minutes

INGREDIENTS:
1 medium yellow onion, peeled and thinly sliced
1 medium carrot, peeled and julienned
6 ounces shiitake mushrooms, stems removed 
6 cloves garlic, peeled and minced
1 tablespoon minced ginger
2 cups sliced bok choy
4 cups Vegetable Stock or low-sodium vegetable stock
2 tablespoons low-sodium soy sauce
Zest and juice of 1 lime 1 serrano chile, stemmed and sliced into thin rounds (for less heat, remove the seeds)
6 ounces brown rice noodles, cooked according to package directions, drained, and kept warm 
1 cup mung bean sprouts
½ cup chopped cilantro

Once the ingredients are prepped for this soup, the dish comes together quickly.
Sautéing the vegetables first shortens the stewing time, so there’s no need to spend long hours over a soup pot. This is a great onepot meal that makes serving dinner a snap.

 Instructions:
1. Place the onion, carrot, and mushrooms in a medium pot and sauté for 7 to 8 minutes. Add water 1 to 2 tablespoons at a time to keep the vegetables from sticking to the pan.
2. Add the garlic, ginger, bok choy, vegetable stock, soy sauce, lime zest and juice, and serrano chile. Bring to a boil over high heat.
3. Reduce the heat to medium, and simmer for 10 minutes.
4. To serve, divide the noodles between four individual bowls. Pour the broth over the ingredients and garnish with the mung bean sprouts and cilantro."

Dan Dan Mian Noodles


"Makes 2 Servings
Ready In: 15 minutes

INGREDIENTS:
8 ounces Chinese wheat noodles, udon noodles, or soba noodles
4 green onions, sliced
¼ cup pickled mustard greens or pickled cabbage
1 ½ teaspoons soy sauce
2 teaspoons rice vinegar
1 teaspoon chili paste
1 teaspoon toasted sesame seeds

This is a fast, filling dish that shows the boldness of Szechuan cooking. Every ingredient stands out, from the pickled greens and chili vinegar soy sauce, to the soft, succulent noodles.

Instructions:
1. Bring a medium pot of water to a boil. Add the noodles and cook them according to the directions, until they are slightly soft. Drain the water and set the noodles to the side.
2. Over medium-high heat, add the green onion and pickled greens to a wok. Cook for about 1 minute. Remove them from the wok. Add the soy sauce, vinegar, chili paste, and noodles to the wok, and cook them for about 30 seconds.
3. Plate each serving with half of the noodles, and garnish them with the cooked green onions, pickled greens, and sesame seeds.

Notes: Pickled green cheat: Pickled greens should be available at most Asian markets, but you can make a quick version by sautéing sliced cabbage or mustard greens in rice vinegar and a pinch of salt until the veggies are soft. You’ll need about ½ cup of fresh greens to start, and you should end with about ¼ cup once they cook.

Making it simple: Cook the noodles. Mix the soy sauce, rice vinegar, and chili paste in a small bowl, and pour over the noodles. Top each serving with uncooked green onions, pickled greens, and sesame seeds.

The gourmet touch: Use black rice vinegar and add 2 teaspoons of Szechuan peppercorns to the wok when you sauté the pickled greens and green onion. You can also add ½ cup chopped seitan to the recipe. Chop the seitan and marinate it in a mixture of chili paste and rice vinegar for at least 2 hours, then sauté it for about 1 minute. Serve on top of the noodles."

Chickpea Avocado Salad

Keepin' it Kind
"Makes 5 Cups

Ready In: 15 minutes

INGREDIENTS:
4 cups cooked chickpeas, or 2 (15-ounce) cans, drained and rinsed
1 small red onion, peeled and diced small
2 cloves garlic, peeled and minced
Zest of 1 lime and juice of 4 limes
1 jalapeño pepper, minced (for less heat, remove the seeds)
1⁄2 cup chopped cilantro
Sea salt to taste
1 avocado, coarsely chopped

Serve this flavorful salad on a bed of greens for a complete meal. I like arugula with this dish, but feel free to use your favorite.
From Forks Over Knives - The Cookbook

Instructions: 1. Combine all ingredients in a medium bowl and mix well. Add the avocado just before serving."

Quer experimentar uma alimentação sem açúcar?

Want To Try A Sugar-Free Diet? Here's 10 Ways To Beat Sugar Cravings And Break A Sugar Habit By Nutritional Therapist Elsa Jones
Read more at http://www.marieclaire.co.uk/blogs/549770/sugar-free-diet-ways-to-beat-sugar-cravings-break-a-sugar-habit-by-nutritional-therapist-elsa-jones.html#wbd2Cg3CtgKluz5D.99
Nutritional therapist and author of the bestselling book 'Goodbye Sugar' Elsa Jones shares her top tips on starting a sugar-free diet, and how it can help you lose weight and keep it off
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It's a well-known fact that eating too much sugar is bad for you, but where do you start if you want to try a sugar-free diet? We spoke to nutritional therapist Elsa Jones to get the lowdown on cutting out sugar - but don't worry, it doesn't mean saying goodbye to chocolate forever (hurrah). Read on to find out just how do-able it really is...

Elsa says, 'Over the last few decades sugar had crept into all areas of our daily diet, from the sweet treats we award ourselves to diet staples such as yogurt, soup and cereal. In fact, it’s estimated that 75 per cent of all foods contain added sugar. It’s no wonder so many of us say we feel 'addicted' to sugar and cite sugar cravings as our biggest obstacle to losing weight and keeping it off.'

'But it’s not just physical cravings that keep us hooked. Many of us have become emotionally dependent on sweet foods too, we turn to chocolate and biscuits to help comfort or reward ourselves for 'making it through the day'. It's an easy habit to fall into but one that wreaks havoc on our weight and energy levels.'

'The good news is that taking back control over your eating habits doesn't have to be a course of misery and doesn't necessarily mean eradicating sugar from your diet altogether. Most people are capable of maintaining a low sugar diet by simply having more awareness and making a few key changes to their diet and mindset.'

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Here are Elsa's top tips on starting a sugar-free diet:

Stop feeding your sugar monster

In a nutshell, the more sugary foods you consume, the more your body will crave them. The less you consume, the less you’ll crave them. Once you stop fuelling your cravings, limiting your sugar intake becomes a lot easier.  So, I recommend you start by identifying and reducing the biggest sources of sugar in your diet. For most, the obvious culprits are chocolate, biscuits, sweets, scones, soft drinks etc. Within a week, you will notice a dramatic reduction in your cravings for sweet foods.

Set yourself up for success

As the saying goes, 'If you fail to plan, you plan to fail', so, take a little time to get organised and prepare your environment before making any dietary changes. Where possible, remove obvious sources of temptation - if it’s not there, you can’t eat it. Also, If you share a kitchen with others at home/work, it can be helpful to ask for their support in keeping tempting foods out of sight, particularly at the start.

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Choose slow-release carbs vs fast-release carbs
Carbohydrates can be classed as fast or slow releasing.  Fast release carbohydrates (e.g. white bread, white pasta, corn flakes, pizza) break down into glucose very rapidly which can lead to blood sugar 'highs' and 'lows'. Essentially, eating too many throws our blood sugar levels off balance leading to energy dips and further cravings for sweet or starchy foods; it's a vicious cycle. Conversely, slow release carbohydrates (brown rice, oats, quinoa) break down into glucose at a slower rate which helps to maintain stable blood sugar and energy levels.

Include a portion of protein with every meal 
As well as being filling, protein helps to stabilise blood sugar levels which keeps sweet cravings at bay. Protein also provides the building blocks for brain chemicals which influence appetite and satiety. At meal times, aim to fill one quarter of your plate with protein rich foods such as eggs, fish, poultry, nuts/seeds, beans or lentils.

Focus on the benefits

One essential technique that’ll help you stay motivated is to continuously remind yourself of what you will gain by reducing your sugar intake and following a healthier diet. If you focus on the benefits, you’ll be less likely to get swept away by cravings or feel deprived. Write the benefits down and put them somewhere you can read them everyday e.g. I'll feel good in a summer dress at my cousins wedding, I'll have more energy to exercise/play with kids, I'll be at less risk of developing type 2 diabetes like my mother.

Start as you mean to go on
What you choose to eat for breakfast can set the stage for controlling blood sugar for the rest of the day so make sure to eat a balanced breakfast. Porridge oats topped with berries & a sprinkle of nuts/seeds, or eggs with rye toast will keep blood sugars stable whereas concentrated fruit juices, highly processed cereals or those high in dried fruit will have the opposite effect.

Know your emotional triggers

If you're like most people who struggle with a sugar habit, much of your eating behaviour is probably driven by emotions. In other words, you don’t choose to eat sugary foods just because you are physically hungry. You choose to eat sugary foods because you want to change or enhance the way you feel; this is known as 'emotional eating'. Take a moment to think about what feelings make you reach for comfort food. Is it stress, tiredness, boredom… perhaps there are certain times, people or places that trigger these feelings? Once you know, you'll be in a stronger position to overcome them.

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Keep healthy snacks close to hand
You’re much more likely to over-eat and/or choose the wrong type of foods when you are overly hungry and have low blood sugar. Eating little and often counteracts this, so always make sure to have healthy snacks close to hand so you have no excuse when temptation strikes. Healthy snack options that will help to curb sugar cravings and stave off an afternoon slump include: a handful of nuts with a piece of fruit, natural yogurt with cinnamon and berries, nut butter spread on sliced apple or an oat cake topped with hummus.

Challenge your excuses

All too often, we make excuses for ourselves in order to justify eating foods we know we oughtn't. The thought process usually starts with, 'I know I shouldn’t eat this, but it's ok because…… 'I'm stressed, I'm tired, it's just a little piece, I'll make up for it tomorrow, I deserve it.' Do any of these sound familiar? If so, write down them down. Seeing an excuse in writing helps you to see it for exactly what it is and helps you to challenge it, e.g. Excuse: 'I've had a tough day, I need to relax with a cup of tea and some biscuits.' Helpful response: 'I do need to relax but I don’t need biscuits in order to do so. I can watch a movie, read my book, go for a walk or take a bath instead.'

Practise resisting your cravings
When a sugar craving hits, try a technique called 'Pause & Reflect'. So, instead of giving into your craving straight away and automatically reaching for the chocolate, you mentally press pause and commit to not responding to your craving for 10 minutes. This allows you some time to step back and acknowledge 'this is just a craving, it will pass.' Remind yourself of all the benefits you will receive by resisting your craving. Then distract yourself by focusing your attention on something else entirely for ten minutes. Go for a walk, make a call/e-mail, paint your nails, brush your teeth - you'll be surprised how quickly the craving passes.

Here are two of Elsa's top sugar-free recipes to get you started:

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1. Comforting Apple & Strawberry Crumble
This mouth watering crumble is naturally sweet and very versatile as any combination of fruit can be used. It’s also super quick and easy to make and yes, you guessed it, it's sugar free!

Ingredients
800g cooking apples (peeled, cored and sliced)
200g strawberries (quartered)
3 tbsp water
1 cup rolled oats
1/2 cup chopped almonds (chop in a food processor or use a knife)
1 large tbsp coconut oil, melted
Pinch salt
1 tsp cinnamon

How to make
Preheat oven to 190 degrees. Place the sliced fruit into a baking dish, then add the water and toss with salt to bring out some of the natural sweetness in the fruit.

In a separate bowl, mix together the oats, nuts and cinnamon, then pour in the melted coconut oil and mix well.

Spoon the crumble mixture over the fruit to cover it entirely.

Bake the crumble for 30-35 minutes or until the fruit is tender and bubbling.

Serve this 'not so naughty' dessert with a dollop of natural Greek yogurt or fresh cream.

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2. Genuinely Sugar-Free Granola 
It is virtually impossible to find a tasty granola that is genuinely sugar free. Most brands you’ll find on supermarket shelves contain the equivalent of 3 teaspoons of sugar per serving, which is a lot. Even a lot of seemingly 'healthy' granola recipes contain lots of sugar in the form of dried fruit, honey or sugar substitutes.

The protein, fibre and essential fats in this granola will stave off sugar cravings and supercharge your energy levels at any time of the day. It works really well paired with natural yoghurt and fresh berries for breakfast or as a comforting snack to help ward off an afternoon slump.

-Makes 12 servings

Ingredients

1/4 cup coconut oil
1 cup oats
1 cup sunflower seeds
1 cup pumpkin seeds
1 cup chopped almonds (you can chop them in a food processor or use a knife)
1/2 cup ground flaxseed
2 teaspoons ground cinnamon
1 teaspoon almond extract or vanilla extract (I use both)
pinch of sea salt

How to make
Preheat the oven to 190°C. Line two baking trays with baking paper or grease lightly with coconut oil.

Melt the coconut oil in a small saucepan and set aside.

Place all of the remaining ingredients in a large bowl and mix together.

Make a well in the middle and add the melted coconut oil. Mix thoroughly until everything is lightly coated with the oil.

Divide the granola evenly between the two trays and spread out in a thin layer.

Bake in the oven for about 15 minutes until lightly toasted and golden. Stir half way through to avoid burning.

Allow to cool, then store in an airtight container for up to 1 month.

Serve with milk of choice or natural yoghurt. Delicious served with fresh berries, grated apple or sliced pear.

Tip: Take care not to overcook as these ingredients burn easily and will taste bitter if cooked for too long. I find that the baking tray that’s placed on the lower shelf of the oven cooks a little quicker than the one on the upper shelf, so I take it out a few minutes earlier. You might need to do the same.

Both recipes taken from Goodbye Sugar by Elsa Jones


Read more at http://www.marieclaire.co.uk/blogs/549770/sugar-free-diet-ways-to-beat-sugar-cravings-break-a-sugar-habit-by-nutritional-therapist-elsa-jones.html#wbd2Cg3CtgKluz5D.99
"1. Pare de alimentar o seu monstro do açúcar
Basicamente, quanto mais alimentos doces consumir, mais o seu corpo os vai desejar. Quanto menos consumir, menores vão ser os desejos. Quando parar de alimentar os seus desejos, limitando o consumo de açúcar, mais fácil se torna. Recomendo que comece por identificar e reduzir as maiores fontes de açúcar na sua alimentação. Para a maioria, os culpados óbvios são chocolate, bolachas, biscoitos, doces, refrigerantes, etc. No espaço de usa semana, notará uma redução drástica nos desejos por alimentos doces.

2. Prepare-se para o sucesso
Como diz o ditado, "Se falhar no planeamento, planeia falhar", por isso, tire algum tempo para se organizar e preparar o seu ambiente antes de fazer alterações alimentares. Quando possível, remova fontes óbvias de tentação - se não estiver lá, não consegue comer. Se partilha a cozinha com outros, em casa ou no trabalho, poderá ser útil solicitar o seu apoio mantendo os alimentos doces longe da vista, particularmente no início.


 3. Escolha hidratos de carbono de libertação lenta versus hidratos de carbono de libertação rápida
Os hidratos de carbono podem ser classificados como de libertação rápida ou lenta. Os hidratos de carbono de libertação rápida (por exemplo: pão branco, massa não integral, corn flakes, pizza) decompoêm-se em glucose rapidamente, o que pode levar a "picos" e "baixas" de açúcar no sangue. Essencialmente, comer demasiados desregula os níveis de açúcar no sangue, levando a quebras de energia e desejos por doces e alimentos com amidos; é um ciclo vicioso. Pelo contrário, os hidratos de carbono de libertação lenta (arroz integral, aveia, quinoa) decompoêm-se em glucose a uma velocidade menor, o que ajuda a manter o açúcar no sangue e os níveis de energia estáveis.

4. Inclua uma porção de proteína em todas as refeições
Além de saciar, a proteína ajuda a estabilizar os níveis de açúcar no sangue, que afastam os desejos de açúcar. A proteína também fornece nutrientes para químicos produzidos no cérebro, que influenciam o apetite e a saciedade. Às refeições, almeje preencher um quarto do seu prato com alimentos ricos em proteínas como ovos, peixe, aves de aviário, sementes, frutos secos, feijões, grão ou lentilhas.

5. Foque-se nos benefícios
Uma técnica essencial que ajudará a manter-se motivado é relembrar-se constantemente no que irá ganhar por reduzir o seu consumo de açúcar e seguir uma alimentação mais saudável. Se se focar nos benefícios, será menor a possibilidade de se deixar levar por desejos de açúcar ou que se sinta privado. Escreve os benefícios e coloque-os num local onde os possa ler diariamente, por exemplo, vou-me sentir bem num vestido de Verão no casamento do meu primo, terei mais energia para fazer exercício/brincar com as crianças, estarei menos em risco de desenvolver diabetes do tipo 2 como a minha Mãe.


6. Comece como pretende continuar
O que escolhe para comer ao pequeno-almoço pode determinar o controle do açúcar no sangue para o resto do dia, por isso garanta que come um pequeno-almoço equilibrado. Papas de aveia com bagas e algumas sementes ou frutos secos, ou ovos com torradas de pão de centeio manterão os níveis de açúcar no sangue estáveis, enquanto que sumos de frutas concentrados, cereais altamente processados ou com elevado teor em frutos secos terão o efeito contrário.

7. Conheça os seus gatilhos emocionais
Se for como a maioria das pessoas que lutam com um vício de doces, muito do seu comportamento alimentar é provavelmente guiado por emoções. Por outras palavras, não escolhe por comer alimentos doces só porque tem fome. Escolhe comer alimentos doces porque quer alterar ou aumentar o modo como se sente; isto é conhecido por "alimentação emocional". Pause e pense sobre quais as emoções que o fazem procurar alimentos reconfortantes. Será stress, cansaço, tédio... talvez, em certas ocasiões, pessoas ou lugares despoletam essas emoções? Quando souber, estará numa posição mais forte para os ultrapassar.

8. Mantenha alimentos saudáveis à mão
Terá maior tendência a comer demais e/ou escolher o tipo errado de alimentos quando tem muita fome ou os níveis de açúcar no sangue estão muito baixos. Comer frequentemente e em pequenas quantidades contrapõe este comportamento, por isso garanta que tem alimentos saudáveis à mão para não ter desculpas quando a tentação ataca. Alimentos saudáveis que irão ajudar a diminuir os desejos por doces e uma baixa de energia à tarde incluem: uma mão-cheia de frutos secos e uma peça de fruta, um iogurte natural com canela e bagas, manteiga de frutos secos sobre uma maça fatiada ou pão integral com húmus.

9. Desafie as suas desculpas
Frequentemente, fazemos desculpas para nós próprios para justificar ingerir alimentos que sabemos que não deveríamos. O processo mental inicia-se com "Eu sei que não devia comer isto, mas pode ser porque... Estou stressado, Estou cansado, é só um bocadinho, Amanhã compenso, Eu mereço". Alguma destas desculpas é-lhe familiar? Se sim, escreva-as. Ver uma desculpa por escrito ajuda a ver exactamente o que é e permite-lhe desafiá-la, por exemplo, Desculpa: "Tive um dia difícil, Tenho de relaxar com uma chávena de chá e umas bolachas." Resposta útil: "Eu preciso de relaxar mas não necessito das bolachas para o fazer. Eu posso ver um filme, ler um livro, ir passear ou tomar um banho em vez disso."

10. Pratique em resistir às tentações
Quando tem um desejo por um alimento doce, pratique a técnica denominada "Pause e Reflita". Em vez de ceder imediatamente à sua tentação e automaticamente ir buscar o chocolate, mentalmente carregue na pausa e comprometa-se a não responder ao seu desejo durante 10 minutos. Isto permite-lhe ter algum tempo para se afastar e reconhecer que "isto é só uma tentação, irá passar." Relembre-se de todos os benefícios que irá receber por resistir ao seu desejo. Distraia-se, focando a sua atenção em algo completamente diferente durante 10 minutos. Vá andar a pé, faça uma chamada, envie um email, pinte as unhas, escove os dentes - ficará surpreendido com a rapidez com que o desejo passa."

Quer ser vegetariano? A DGS já tem um manual com orientações

Produtos de origem vegetal ajudam na prevenção de doenças
Nguyen Huy Kham/ Reuters

"A Direcção-Geral da Saúde lança esta quinta-feira um manual dedicado à alimentação vegetariana, com esclarecimentos, informações nutricionais, benefícios e riscos de um estilo alimentar cada vez mais procurado e que em Portugal já terá cerca de 30 mil seguidores
Texto de Lusa • 09/07/2015 - 17:28

"Linhas de Orientação para a Promoção da Alimentação" é um manual que tem como objectivo promover a informação disponível nas instituições de saúde sobre os benefícios de consumir produtos de origem vegetal e simultaneamente contribuir para um maior conhecimento dos profissionais de saúde e da população em geral, evitando erros que possam colocar a saúde em risco. Um dos objectivos passa por realçar a importância do consumo de produtos de origem vegetal na prevenção de doença, nomeadamente nas doenças crónicas como a doença cardiovascular, oncológica, diabetes e obesidade.

"Sentimos por parte dos profissionais de saúde, nomeadamente na área da nutrição, um aumento de pedidos de informação sobre alimentação vegetariana e particularmente a estrita [dieta que exclui todos os produtos de origem animal]", disse Pedro Graça, director do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável da DGS e um dos autores do manual.

Os estudos internacionais apontam para um número crescente de vegetarianos a cada ano — influenciados em grande parte pelo aumento das preocupações com a protecção do ambiente e dos animais — sobretudo entre a população mais esclarecida e estudantes universitários. Por outro lado, há cada vez mais informação online sobre vegetarianismo, muita dela sem qualidade ou a tentar vender produtos comerciais, o que origina má informação, acrescenta o responsável.

manual contém uma breve história sobre os conceitos associados à alimentação vegetariana, os benefícios, os riscos, os principais alimentos e as suas classificações, podendo dividir-se em ovolactovegetariana (exclui carne e peixe, mas inclui ovos e lacticínios) ou vegetariana estrita ou vegana (que exclui todos os alimentos de origem animal).

Hoje em dia há cada vez mais livros, receitas e revistas, bem como menus alternativos nos restaurantes com opções vegetarianas, mas a DGS nunca tinha publicado orientações sobre a alimentação vegetariana, quando uma das conclusões do relatório 2015 sobre a saúde dos portugueses é que os motivos que mais influenciam a perda de anos de vida com qualidade saudável é a alimentação não saudável, principalmente pobre em fruta e hortícolas.

Neste sentido, Pedro Graça alerta para a necessidade de incorporar vegetais e hortícolas na alimentação, devido às suas funções protectoras das células. "Estudos científicos demonstram que quando aumenta deste consumo há maior protecção da célula face a doenças como a oncológica e a cardiovascular", disse, especificando que quando ultrapassa os 400 gramas por dia, se estima que tenha efeito protector.

Comportamentos e grupos de risco
O responsável sublinha ainda que para se seguir esta dieta não é necessário adoptar um padrão alimentar distinto, mas apenas "valorizar o que há", uma vez que a tradição alimentar portuguesa é muito rica em vegetais. Mas um padrão alimentar vegetariano mal acompanhado comporta riscos, que este manual visa precisamente suprir, como a carência das vitaminas B12 e D, dos minerais ferro, cálcio, zinco, proteína de qualidade e ácidos gordos essenciais.

Em particular, as grávidas e as crianças são os grupos de risco que mais preocupam os profissionais, uma vez que em cassos extremos pode levar à morte e em casso ligeiros á anemia e défice de crescimento. "A questão proteica é a que nos preocupa mais. Na ovolactovegetariana essa carência está acautelada. Aliás, quem quer começar uma dieta vegetariana deve começar inicialmente pela ovolactovegetariana, particularmente as crianças", frisou o nutricionista."